Guia dos melhores pastéis de nata de Lisboa


Macios, cremosos, cheirosos. Os pasteis de nata portugueses são uma verdadeira explosão de sabor. Esta iguaria portuguesa do século 19 feita de massa folheada, ovos, açúcar e canela se tornou conhecida no Brasil e em outros países da Europa, principalmente naqueles que tiveram influência portuguesa.

Em cada canto do País pode se encontrar pastelarias (no português do Brasil, padarias), bares e restaurantes que oferecem o delicioso doce que também ganharam novas versões com a adição de castanha, chocolate, maçã, maracujá, vinho do Porto.


Se você for a Lisboa e deseja saborear os mais deliciosos Pasteis de Nata, o Viajar reuniu uma seleção dos melhores da cidade baseado na escolha do chef Virgílio Gomes, júri da tradicional Prova do Melhor Pastel de Nata de Lisboa. A decima edição aconteceu em abril de 2018.

Portanto, inclua um destes restaurantes e pastelarias no seu roteio de viagem e bom apetite!

1º lugar Restaurante Mercado do Peixe – Ajuda, Lisboa

Restaurante Mercado do Peixe de Lisboa foi o vencedor
2º Lugar Pastelaria Fidalgo’s, Moita
3º lugar Pastelaria Batalha, Venda do Pinheiro

Entre os finalistas, figuraram:

Pastelaria Bijou do Calhariz, Lisboa
Pastelaria Casa do Preto, Sintra
Pastelaria Casinha do Pão, Lisboa
Pastelaria Fim de Século, Lisboa
Pastelaria Fradinho, Mafra
Pastelaria O Pãozinho das Marias, Ericeira
Pastelaria Páscoa, Charneca da Caparica
Pastelaria Patyanne, Castanheira do Ribatejo
Pastelaria Princesa do Vale, Pontinha

Pastel de Nata x Pastel de Belém

Há quem diga que o de nata leva nata e o de Belém não. Outros dizem são a mesma coisa, diferenciando só o marketing e a tradição. O fato é que só pode ser chamado Pastel de Belém o doce feito na fábrica e pastelaria de mesmo nome, que fica na rua Belém, junto ao Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa. Trata-se de uma marca registrada, da qual a receita, de 1837 feita por monges daquele mosteiro, guardada a sete chaves.

Pasteis de Belem são uma explosão de sabor
Receita se mantém a mesma até hoje.

Fonte: Editorial Viajar

 









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